Afinal, como ele sabe disso? Tenho certeza que é um clonado. Tu é clonado! Eu vou dizer. Do quê?, se me perguntar (...) Isso é fácil responder, de mim e de outro eu clonado que uma vez encontrei. Olha só, como no espelho (imagem-semelhança). Mas e essa rachadura? Estranho, a imagem de longe é idêntica. Sou eu afinal - ou não? Estranho mesmo, até engraçado, essa pequena rachadura (...) você vê(?): a diferença. É (...) bem pequena, mas é diferente mesmo. Não é igual não, não é clone, eu acho que não. Hum, deve ser outra coisa então: não é clone e nem reflexo. É mesmo deve ser outra coisa e não um clone ou um reflexo atravessado pela rachadura.
É (..) espelho com defeito(!), deixa eu passar o dedo, vai saber (..) AI!. Ué? Te mordeu? Que aconteceu? Não sei, mas sangra. Olha. Meu Deus, estranho, não deve ser espelho. O reflexo não é sempre virtual? Tá sentindo dor? Ahan, só dor, de verdade. Não deve ser virtual mesmo. Ah bobinho, quem disse que a imagem virtual não faz doer de verdade? Dói né, quem vive sofre.
Um comentário:
O espelho só mostra a forma como queremos ver as coisas e as pessoas. A única coisa real, é o agora.
Belo texto
intac
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